Obesa tem mais chance de ter bebê prematuro

Além de prejudicarem sua saúde, as grávidas obesas também colocam em risco a vida de seus bebês. A afirmação é de uma pesquisa realizada na Suécia e divulgada na publicação científica “Journal of the American Medical Association”.

Segundo o estudo, os bebês nascidos de mulheres acima do peso tem mais chance de nascerem prematuros, desenvolverem doenças sérias e até morrerem. Para chegarem à conclusão, os pesquisadores analisaram 1,5 milhão de nascimentos no país europeu, ocorridos entre 1992 e 2010.

Comparadas com as mulheres com um peso saudável, aquelas acima do peso tiveram uma chance 25% maior de darem à luz prematuramente. Já com mães obesas, a porcentagem subiu para 60%.

“Sobrepeso e obesidade também aumentam o risco de complicações durante a gravidez, incluindo pré-eclâmpsia, diabetes gestacional e cesariana”, alertou o professor  Sven Cnattingius, do Instituro Karolinska, em Estocolmo.

FONTE: http://vivabem.band.uol.com.br/saude/noticia/100000605819/Obesas-tem-60-mais-chance-de-terem-bebe-prematuro.html

Cálculo da massa corporal pode determinar cuidados durante a gravidez

Matéria publicada no site iTodas faz um lembrete sobre a importância do controle de peso durante a gestação, bem como os benefícios de se engravidar com o peso adequado.
 
 
Na hora da dieta, as mulheres se preocupam muito com o famoso Índice de Massa Corporal (IMC). Ele indica a forma ideal e ajuda a saber quantos quilos é preciso, de fato, perder. Mais do que para quem quer emagrecer, esse cálculo é importante também para quem quer ser mamãe. Isso porque o IMC pode determinar cuidados especiais durante a gravidez.

“Estar dentro do peso ideal diminui o risco de má formação fetal em até 50%”, afirma o pediatra geneticista Roberto Muller. Segundo o especialista, as mulheres que estão acima do peso têm maior propensão a apresentar diabetes gestacional e também a desenvolver a hipertensão própria desse período, chamada pré-eclampsia, que pode provocar parto prematuro e, em casos mais graves, morte da mãe ou do bebê.

O ideal é planejar a gravidez para poder passar pelo período gestacional com o corpo pronto para os nove meses de espera e crescimento do bebê. “O planejamento é importante porque, depois de grávida, a mulher não pode fazer grandes regimes, já que precisa alimentar o bebê”, explica Muller, que lembra a importância do IMC também depois do feto fecundado.

 “Toda mulher grávida vai ganhar peso pelo motivo óbvio de que o bebê cresce. Mas ter controle é essencial. Não é saudável perder peso, porque pode ser sinal de problemas com a mãe ou com o desenvolvimento do bebê, e nem ganhar quilos em excesso. O máximo de peso ganho deve variar de nove a 12kg, o equivalente a aproximadamente um quilo por mês de gestação”.

 Para calcular o IMC, a equação é simples: peso (em quilogramas) dividido por duas vezes a altura (em metros). Se o resultado for um número abaixo de 20, é indicativo de que está abaixo do peso ideal. De 20 a 24,9, está dentro do peso recomendado. De 25,0 a 29,9, a faixa já é um alerta de sobrepeso. Obesidade é caracterizada por números que variem de 30,0 a 39,9. Acima de 40 é obesidade mórbida. O site do IBGE fornece uma calculadora online para facilitar a conta.

FONTE: http://itodas.uol.com.br/mae/calculo_da_massa_corporal_pode_determinar_cuidados_durante_a_gravidez-24369.html