Apoio familiar ajuda a grávida a lidar melhor com as alterações de humor

gestante-com-luvas-de-boxe-pronta-para-se-defender-ljupco-smokovski-shutterstock-0000000000005DA0Matéria publicada no UOL Mulher, excelente para mostrar aos maridos!

 

 

Emocionar-se com um comercial de TV e, no instante seguinte, brigar feio com o marido por causa da decoração do quarto do bebê é um exemplo que retrata bem como o humor da grávida pode flutuar.
Na gestação, tanto as sensações de alegria como as de tristeza se tornam exacerbadas. Essa gangorra emocional se deve a fatores fisiológicos e emocionais. O desequilíbrio hormonal é um dos grandes responsáveis. “No início, até a 14ª semana, a mulher recebe altas doses de progesterona e estrogênio, que afetam o humor e têm efeito depressivo. Dependendo da personalidade e do contexto, a gestante pode ficar mais sensível e introspectiva”, afirma Mary Nakamura, professora de ginecologia e obstetrícia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Segundo Mary, além do período gestacional, os hormônios provocam essa bagunça no humor feminino na adolescência, com a primeira menstruação, e na menopausa. No segundo trimestre da gravidez, o corpo vai se adaptando à enxurrada de hormônios. No final, ela pode voltar a ter o humor alterado por causa da ansiedade causada pela proximidade do parto e por sua condição física –pés inchados, dores na coluna. Não mais pela ação dos hormônios.

Além das mudanças no organismo da grávida, a oscilação de humor pode ser explicada em função das dúvidas que cercam a fase. Com a felicidade de se tornar mãe, é preciso absorver muita novidade. É comum colocar em dúvida a própria capacidade de dar conta de um bebê. Existem também as transformações no corpo e o receio de nunca mais perder os quilos extras. O medo de ser substituída no emprego, além dos temores pela saúde do filho.

O contexto de vida de cada uma também deve ser considerado. A gravidez foi planejada? Qual é a condição financeira atual? E como está a relação com o parceiro? Como se isso não bastasse, a mulher sente a cobrança da sociedade, para a qual a gestante precisa estar sempre radiante.
“Essa pressão atrapalha a busca por ajuda. A mulher fica com vergonha de se queixar ou de admitir que a gravidez não é só felicidade”, diz a psiquiatra Renata Camacho, médica pesquisadora do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Reclamar não é a mesma coisa que não desejar o bebê. Nessa hora, fazer o pré-natal com um médico acolhedor faz toda a diferença.

Muita conversa

A mulher acaba descontando a irritação e a impaciência  nas pessoas mais próximas, como o marido, normalmente o principal alvo, a mãe, a sogra e as amigas íntimas. É justamente com eles que a conversa deve ser franca. A gestante deve falar abertamente sobre suas preocupações e fantasias. “Muitas vezes, as queixas são banalizadas pelo silêncio. A família deve ouvir com atenção e dar mais valor aquilo que a grávida fala. Expor os medos não é sinal de fraqueza”, afirma Patricia Bader Santos, coordenadora do serviço de psicologia do Hospital São Luiz, em São Paulo.

Para a obstetra Mary Nakamura, a grávida não está emocionalmente estruturada nessa fase e precisa do suporte da família. Para provar isso, ela está finalizando uma pesquisa na Unifesp em que vai mostrar como essa rede social é fundamental. “Não pode haver cobranças e julgamentos do parceiro ou dos familiares. É preciso dar apoio. Um gesto, como acompanhar a mulher nas consultas, já a ajuda a se sentir reconfortada.”
Se a tristeza, o desânimo e a irritação forem constantes, é bom procurar um médico para checar se não se trata de algo mais sério. “Um dos critérios é a frequência e a intensidade dos sentimentos. Se a mulher já passou por alguma crise de depressão anterior, tem mais chances de desenvolver a doença na gravidez e no pós-parto”, afirma Patricia, do Hospital São Luiz.

FONTE: http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2013/02/14/apoio-familiar-ajuda-a-gravida-a-lidar-melhor-com-as-alteracoes-de-humor.htm

TST decide que gravidez ocorrida no aviso prévio garante estabilidade

Sempre bom para a gestante estar antenada sobre seus direitos. Leia matéria vinculada no Yahoo Notícias e informe-se!

 

BRASÍLIA – A gravidez ocorrida durante o aviso prévio, ainda que indenizado, garante à trabalhadora a estabilidade provisória no emprego. Neste caso, se a rescisão do contrato de trabalho ocorrer por desconhecimento da gravidez por parte do empregador ou até mesmo da própria trabalhadora, o direito ao pagamento da indenização não usufruída está garantido. A decisão, unânime, é da 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que reconheceu o direito de uma trabalhadora que ficou grávida durante o período de aviso prévio, e reformou decisões de instâncias anteriores.

A trabalhadora recorreu à Justiça do Trabalho pedindo reintegração ao emprego. Mas o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) não reconheceu a estabilidade por gravidez, entendendo que, no momento da rescisão do contrato, a trabalhadora não estava grávida. Ao apelar ao TST, a trabalhadora sustentou que o pré-aviso não significa o fim da relação empregatícia, “mas apenas a manifestação formal de uma vontade que se pretende concretizar adiante, razão por que o contrato de trabalho continua a emanar seus efeitos legais”.

O relator do processo na Terceira Turma, ministro Maurício Godinho Delgado, destacou que o próprio Tribunal Regional admitiu que a gravidez ocorreu no período de aviso prévio indenizado. Ele considerou também orientação do TST, que dispõe que a data de saída a ser anotada na carteira de trabalho deve corresponder à do término do prazo do aviso prévio, ainda que indenizado.

FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/tst-decide-gravidez-ocorrida-aviso-pr%C3%A9vio-garante-estabilidade-185958636.html

Ausência de ferro atrapalha o intelectual do recém-nascido

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Dúvida frequente no pré-natal, a alimentação saudável começa pelo uso do bom senso. Entretanto, sempre vale a pena se consultar com o nutricionista! Leia texto do site iTodas.

A gravidez aumenta a necessidade da mulher ingerir alimentos que proporcionem ferro ao feto e à mamãe. A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que metade da população de crianças com menos de 4 anos sofram de anemia ferropriva (deficiência de ferro).

 

Segundo a Dra. Mirian Rika, neonatologista do Hospital e Maternidade São Luiz, “os exames para checar o nível de ferro do bebê devem ser feitos logo após o parto, pois a ausência do mineral influencia na formação física e intelectual”.

 

Ela também explica que grande parte das mamães que não recebem suplementos de ferro na gestação podem desenvolver anemia. E quando isso ocorre, a saúde e a vida do recém-nascido ficam comprometidas.

 

Quando há ausência de ferro nos três primeiros meses de gravidez o bebê pode nascer prematuro, com baixo peso, anêmico e ao longo da vida apresentar transtornos de déficit de atenção. “Em casos em que o organismo da criança não estoca o mineral ou não absorve a quantidade necessária dos alimentos, o suplemento de ferro deverá ser mantido até a vida adulta”, acrescenta a especialista.

 

Por isso, apostar em alimentos que diminuam a chance de desenvolver anemia ao longo da gestação é um grande aliado a saúde do bebê e da mamãe. Alimentos à base de ferro podem e devem ser consumidos diariamente, não só para as gestantes, mas idosos e crianças também devem seguir essa dieta.

 

A seguir separamos alguns deles:

– Gema de ovo de galinha

– Pão de cevada

– Feijão

– Grãos integrais

– Lentilha cozida

– Ervilha

– Castanhas

– Grão-de-bico cozido

– Carnes vermelhas (principalmente fígado)

 

Algumas frutas também são grandes fontes de ferro:

– Ameixa seca

– Damasco seco

– Tangerina

– Limão

– Manga

– Uva

– Coco

– Goiaba

– Morango

– Laranja

FONTE: http://itodas.uol.com.br/mae/ausencia_de_ferro_atrapalha_o_intelectual_do_recem-nascido-24412.html

Estria: a grande vilã da mulher na gravidez

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Uma das maiores preocupações durante a gestação diz respeito ao aparecimento de estrias. Infelizmente, apesar da disponibilidade de muitos produtos nas farmácias, a sua prevenção nem sempre é fácil. Cabe, entretanto, uma avaliação com dermatologista para se conseguir os melhores resultados. Leia essa matéria vinculada ao site iTodas!!!

Além das celulites, manchas e outros incômodos, as estrias são muito temidas
pelas mulheres, principalmente no período da gestação. O ganho de peso é alto e
muitas vezes o corpo não está preparado para a elasticidade, o que acaba
formando as estrias.

De acordo com a dra. Silvia Zimbres, dermatologista
responsável pela Doux Dermatologia, as estrias aparecem em situações de
distensão intensa da pele, como no estirão da adolescência, na gravidez, no uso
prolongado de corticoides e nas variações de peso. “Nessas situações, as fibras
colágenas podem não suportar o estiramento excessivo e se romperem, formando
cordões fibrosos que geram o aspecto deprimido da superfície das estrias”,
comenta.

Fatores genéticos estão ligados ao surgimento das estrias. A
dermatologista diz que elas surgem por uma fragilidade cutânea individual, que
pode ser determinada geneticamente. Também há mulheres com mais predisposição em
tê-las. “Grávidas com menos de 20 anos ou mais de 37 anos têm uma propensão
maior às estrias. Além disso, o ganho excessivo de peso é um fator de risco”,
afirma a doutora.

São dois os tipos de estrias: a vermelha ou violácea,
que é mais recente, e as brancas, antigas e mais difíceis de tratar. “Ganho de
peso adequado na gravidez é o primeiro grande passo para evitá-las. Por isso, é
necessário o acompanhamento nutricional durante todo esse período”, indica. A
dra. Silvia também recomenda manter a pele hidratada para contribuir na melhora
de sua elasticidade e, por consequência, suportar a distensão. Consultar um
especialista é imprescindível para avaliar o caso e propor o melhor tratamento.
“É necessário evitar os hidratantes que têm ureia acima de 3%, produtos com
ácido retinóico e derivados, além dos que contêm hidroquinona”,
adverte.

A dermatologista alerta que não adianta apenas passar óleo puro
durante a gestação. “Ele não consegue penetrar na pele e permanece apenas na
superfície. Por isso não hidrata realmente. O melhor é usar produtos que
contenham óleos em sua fórmula”, conclui a dra. Silvia.

FONTE: http://itodas.uol.com.br/mae/estria-a-grande-vila-da-mulher-na-gravidez-23970.html

Estudo descarta vínculo entre vacina da gripe e aborto espontâneo

Matéria do UOL Notícias sobre vacina da gripe em gestantes. Importante, pois, algumas vezes, existe receio por parte das pacientes em seguir as recomendações de vacinação orientadas por seu obstetra. Boa leitura!!!

 

A vacina contra a gripe não aumenta o risco de aborto espontâneo ou morte pré-natal, segundo um estudo celebrado na Noruega e publicado nos Estados Unidos sobre o imunizante contra o vírus H1N1, predominante durante a pandemia de 2009-2010.

No entanto, as grávidas que contraem a gripe correm um risco maior de perder o bebê, lembraram os autores deste estudo, divulgado na edição da última quinta-feira (17) do periódico New England Journal of Medicine.

As autoridades norueguesas tinham incentivado as grávidas a tomar a vacina, mas a informação publicada na imprensa de que a vacina contra a gripe aumentava o risco de perder o bebê levou um grande número de norueguesas a não se vacinar.

Cientistas americanos e noruegueses chegaram a essa conclusão no estudo analisando os expedientes médicos, particularmente aqueles do sistema de saúde da Noruega.

Eles analisaram dados provenientes das consultas médicas, dos registros de nascimento e também aqueles provenientes da vacinação de mulheres grávidas contra a gripe.

Segundo a pesquisa, o risco de perder o bebê pode ser multiplicado por dois se a mulher grávida contrair a gripe, enquanto a vacinação demonstrou que este risco diminui.

“O mais importante é que a vacinação protege as mulheres grávidas contra a gripe, que pode ser nefasta tanto para a mãe quanto para a criança”, afirmou o doutor Allen Wilcox, dos Institutos Americanos da Saúde (NIH, na sigla em inglês), co-autor do estudo.

A pesquisa foi realizada a partir da pandemia de gripe com o vírus H1N1, registrada em 2009-2010.

 

FONTE: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/afp/2013/01/18/estudo-descarta-vinculo-entre-vacina-da-gripe-e-aborto-espontaneo.htm

Adote medidas simples para melhorar o sono na gestação

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Matéria publicada no UOL Mulher aborda um dos problemas mais comuns durante a gestação: os transtornos do sono. As gestantes podem sofrer de insônia, apnéia do sono e transtorno das pernas inquietas, além de, no início da gravidez, cursar com sonolência excessiva. Saiba como melhorar sua qualidade do sono lendo abaixo!

A maioria das mulheres vivencia uma verdadeira gangorra do sono durante a gestação. No início, dorme-se demais. Depois, no segundo trimestre, o sono se estabiliza e, nos últimos três meses, pode-se enfrentar dificuldades na hora de ir para a cama.

“É muito comum a grávida ter problema para dormir ou ter a qualidade do sono alterada. Isso pode acontecer em todas as fases, seja por condições digestivas, psicológicas ou por causa do posicionamento ao dormir”, afirma o ginecologista e obstetra Nelo Manfredini Neto, do Hospital Samaritano, de São Paulo.

No início da gravidez, é comum a mulher se sentir mais sonolenta durante o dia pelo aumento do nível do hormônio progesterona no organismo. Em contrapartida, há quem relate dificuldade em ter um sono reparador nesse mesmo período, o que pode ter ligação com a excitação ou insegurança de carregar um bebê.

No segundo trimestre, os hormônios se estabilizam e o mais comum é não ter problemas em relação à qualidade do sono. Os últimos três meses são a fase de maior queixa das gestantes. Primeiramente porque, em função do crescimento da barriga, fica complicado encontrar uma posição confortável para dormir.

Há ainda mais fatores que atrapalham. “O primeiro é o crescimento do útero, que comprime a bexiga e faz a mulher acordar muitas vezes para ir ao banheiro. A segunda é a sensação evidente dos movimentos do bebê. E, por fim, as queixas de dores nas costas, principalmente na região lombar”, diz o ginecologista e obstetra Eduardo Cordioli, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Apesar de tantas interferências, adotando algumas medidas simples, a grávida pode garantir um descanso adequado. Confira a seguir:

– Duas horas antes de ir dormir, pare de tomar líquido. Assim evitará ter de se levantar muitas vezes para ir ao banheiro fazer xixi;

– O organismo leva, em média, quatro horas para concluir a digestão de uma refeição completa. Para não sentir náuseas, evite comer e, em seguida, deitar. Quando a grávida sofre de refluxo gástrico, o cuidado deve ser dobrado;

– Com o crescimento da barriga, o centro de gravidade altera-se para a frente do corpo, causando dores nas costas. A solução pode estar em exercícios leves e dirigidos para gestantes, como hidroginástica, ioga e pilates. Essas modalidades ajudam a relaxar o corpo e a mente e ainda facilitam a respiração;

– Para relaxar, tome um banho morno e prolongado ao anoitecer;

– Diminua o ritmo de suas atividades no começo da noite e tente dormir por, pelo menos, oito horas;

– Não havendo contraindicação médica, faça sessões de drenagem linfática uma vez por semana para eliminar o inchaço, desconforto comum na gestação;

– Peça a seu companheiro uma massagem com toques leves no pescoço, nos ombros e na lombar para aliviar dores e tensão;

– Frequente um curso de gestante para se familiarizar com os cuidados com o bebê e atenuar o medo de não dar conta do recado;

– Deixe o quarto de seu filho preparado para recebê-lo antes dos sete meses de gravidez. A providência diminuirá sua ansiedade no caso de um parto prematuro.

Acerte sua posição na cama

Confira dicas da médica fisiatra Rosane Chamlian, professora da disciplina de fisiatria da Escola Paulista de Medicina da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) para encontrar a melhor posição na cama para dormir:

– Ao deitar de lado, prefira o esquerdo. Essa posição facilita a circulação do sangue entre a mãe e o feto, colaborando com a nutrição deste;

– Além de dar preferência para o lado esquerdo, deite-se com a barriga voltada para fora da cama. Nessa posição, ao se levantar, você colocará, primeiramente, as pernas para fora do leito, evitando esforço desnecessário das costas;

– Mesmo não sendo o mais indicado, a mulher que está acostumada a dormir de bruços pode usar essa posição nos primeiros meses, porque não faz mal nenhum ao bebê. Quando a barriga crescer, provavelmente, essa forma não será a mais confortável;

– Também é possível deitar de barriga para cima se a grávida não sentir incômodo. Algumas mulheres sentem falta de ar por causa da compressão da veia cava, responsável por trazer grande parte do sangue circulante de volta ao coração;

– Travesseiros extras ou almofadas são grandes aliados de um sono reconfortante. Pode-se colocar um desses itens entre as pernas, na altura dos joelhos, para impedir o desalinhamento da coluna e compensar a pressão exercida pela barriga;

– Outra possibilidade é colocar uma almofada sob a barriga para proporcionar um apoio e manter as costas alinhadas. Sem ela, você acabará apoiando a barriga na cama e, consequentemente, torcerá a coluna.

FONTE: http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2013/01/30/adote-medidas-simples-para-melhorar-o-sono-na-gestacao.htm